Escola Democrática da PampilhosaEm 20 de Abril de 1911 o jornal «Madrugada» de que era director o jovem industrial Joaquim da Cruz, publica nas suas colunas a primeira listagem de «Donativos para a Escola Democrática da Pampilhosa» num total de 92.750 reis. Ofertas de cidadãos de varias localidades e ainda de alguns Pampilhosenses.

Em 01 de Maio de 1911 os donativos recolhidos e tornados públicos atingiam já a importância de 140.050 reis, provenientes de varias ofertas. Numa outra lista divulgada dez dias depois, passava o montante dos donativos para 164.050 reis. Em 23 de Maio ainda em 1911 é organizado um espectáculo no teatro de Pampilhosa cuja receita reverteu a favor da Escola. Não foi possível, contudo apurar o montante.

A empresa «Tomás da Cruz & Filhos» ofereceu o terreno para a escola e parte das madeiras e as fábricas da telha ofereceram a telha e o tijolo necessários.

A 23 de Março de 1923 era inaugurada e entrava em funcionamento a Escola Democrática da Pampilhosa. Um nome, contudo, ficou indelevelmente ligado à Escola, o do Professor Firmino Brito da Costa, que foi o primeiro professor e tanta geração de Pampilhosenses preparou para a vida.

Após inauguração da Escola mantém-se em actividade uma comissão constituída como «Grupo de Amigos da Escola Democrática Tomás da Cruz» que «é constituída por sócios beneméritos efectivos, que muito tem contribuído para o desenvolvimento da educação e instrução populares.